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  • Por Roque Tomazeli

Secretaria da Cultura de Gramado subutiliza espaços públicos

A Secretaria da Cultura tem ofertas de prédios públicos que abrigam museus e centros culturais que deveriam receber manifestações artísticas como exposições fotográficas, pinturas, música, documentos, escultura, teatro e coisas do gênero a semana inteira.

Crédito foto: Roque Tomazeli

Centro de Cultura Prefeito Arno Michaelsen

O Centro de Cultura Prefeito Arno Michaelsen, também sede da Secretaria da Cultura, no Lago Joaquina Rita Bier, por exemplo, tem espaço físico e atrativos de sobra para chamar público e incentivar qualquer artista iniciante a mostrar sua obra.

O Museu do Trem, na Várzea Grande, é outro lugar que merece a visita do gramadense e do turista, para um encontro com a história de Gramado sobre os trilhos. Uma volta ao passado, que começa pelo visual da antiga estação e segue através de fotografias e objetos da época.

No mesmo bairro, o Centro de Cultura da Várzea Grande, na Avenida do Trabalhador, é outro endereço público previsto como local de expressão artística para os moradores do bairro mais populoso de Gramado.

Tem ainda o custoso restauro da Casa do Major Nicoletti e a obra no Museu Professor Hugo Daros, ambos no Centro, que podem compor o elenco de espaços culturais de Gramado, quando dados como prontos.

Porém incomoda, e muito, ver tais locais fechados nos finais de semana e nos feriados, justamente quando artistas locais, trabalhadores, estudantes e turistas dispõe do tempo livre para usufruir de patrimônios culturais criados e mantidos com recursos públicos.

É necessário rever tudo isso, apresentando projetos e incentivando hábitos de frequência. O uso pleno dos endereços culturais em Gramado é um direito da população e um dever da Secretaria da Cultura.

O autor é jornalista e editor do Repórter Gramado.

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