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  • Por Roque Tomazeli

Pedreira da Prefeitura economiza R$ 300 mil, diz secretário de Obras

A reativação dos serviços da pedreira municipal deve gerar uma economia de R$ 300 mil no ano, com uma produção superior a 14 mil m3 de brita. A projeção é do secretário de Obras e Serviços Urbanos, Flavio Souza.

Crédito foto: Martina Belotto | PM

Pedreira da Prefeitura fica na Várzea Grande e historicamente tem problemas com órgãos ambientais

Mesmo com a licença de operação vencida em novembro de 2016, a pedreira funcionou até março de 2017 e só voltou a operar na extração do basalto em julho, com a obtenção de uma declaração do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), autorizando a exploração do solo por mais quatro anos.

“Durante o período de adequação, precisávamos comprar brita. Agora a comunidade é atendida com mais eficiência e rapidez. Diversos bairros ganham recuperação de asfalto, como Floresta, Dutra, Carniel, Várzea Grande, Avenida Central, Três Pinheiros, Moura, Prinstrop, Centro e Planalto”, diz o secretário de Obras e Serviços Urbanos, Flavio Souza.

PARCERIA

Um entendimento entre a Prefeitura e empresas da construção civil permite que restos de materiais de detonação de obras sejam encaminhados (na forma de doação) para a pedreira.

Segundo estimativa da administração do local, cerca de 30 mil m3 de pedras está depositada no pátio da pedreira aguardando trituração, gerando uma economia com explosivos para a extração do basalto na ordem de R$ 500 mil, recurso este que deve ser aplicado na comprar de uma escavadeira com rompedor para os serviços.

A pedreira municipal produz pó de brita, pedrisco, rachão e brita tipo 1 e 2, produtos utilizados para calçamento, asfalto, drenagem e outras melhorias nas vias públicas.

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