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  • Por Roque Tomazeli

Diretor da Corsan promete R$ 178 milhões em obras para Gramado

Na presença do prefeito Fedoca Bertolucci (PDT) e de boa parte do secretariado municipal, o diretor de Expansão da Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), Marcus Vinicios Caberlon, anunciou as medidas que serão adotadas para resolver a falta de água e de tratamento de esgoto na cidade.

Crédito foto: Carlos Borges | PMG

Marcus Vinicius Caberlon, Fedoca Bertolucci e Eduardo Carvalho

A primeira obra prometida pela Corsan é a da abertura imediata de um poço na Várzea Grande (e mais três até o final deste ano), para evitar que falte água na localidade.

Ainda para 2017, a Corsan pretende construir um reservatório de cerca de 2 mil m³ na Avenida das Hortênsias, aumentando em 20% a capacidade de abastecimento de água em Gramado.

O sistema de esgotamento sanitário também deve receber investimentos destinados à estação de tratamento existente na Linha Ávila, e em obras no Bairro Floresta, Bairro Piratini e na Várzea Grande.

No total, entre ações emergenciais e nas obras em longo prazo, a Corsan quer investir aproximadamente R$ 178 milhões em Gramado, sendo R$ 77 milhões no sistema de abastecimento de água e R$ 101 milhões no sistema de esgotamento sanitário.

FALTA DE DIÁLOGO

Mesmo sem apresentar os projetos executivos que sustentem os valores e a viabilidade técnica das obras anunciadas, o diretor Caberlon afirmou que tudo o que estava sendo mostrado naquele momento (31/3, na Prefeitura) havia sido construído nos últimos 90 dias porque, com a administração anterior (Nestor Tissot, do PP), a comunicação era difícil.

RESPOSTA

O ex-secretário do Meio Ambiente, Márcio Coracini, contrapôs o diretor da Corsan. “Eu e o prefeito Nestor Tissot fomos recebidos pelo presidente da Corsan, Flávio Presser, em Porto Alegre. Depois, ele foi recebido em Gramado.”

Coracini igualmente lembrou que diálogo nunca faltou. “Construímos o Plano Municipal de Saneamento Básico de Gramado em audiências públicas, com a presença de representantes da Corsan, Ministério Público e de técnicos capacitados”, concluiu o ex-secretário.

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